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	<title>BRASIL TUTORIAIS - Tudo sobre tutoriais &#187; SEGURANÇA</title>
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		<title>Cuidado com o Envenenamento do cache DNS</title>
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		<pubDate>Mon, 03 May 2010 18:39:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Todos os computadores existentes na internet são         identificados  com um número chamado de endereço IP. É o Domain         Name System  (DNS) que consegue “traduzir” algo como         “www.globo.com” para um  endereço IP, o que facilita muito a         localização das páginas na  rede, dispensando a necessidade de         lembrar e digitar longas  sequências numéricas.</p>
<p><span id="more-483"></span></p>
<p>Infelizmente, é possível interferir com esse         processo de “tradução”. Ou seja, um indivíduo mal-intencionado         pode fazer com que um endereço na internet seja traduzido para o         IP errado. Assim, ele pode fazer com que um determinado endereço         leve o internauta para o IP e, portanto, para o computador que         ele deseja.</p>
<p>Em outras palavras, um malfeitor pode fazer com         que o endereço do site de um banco, por exemplo, aponte para um         computador que ele mesmo controla. Ele pode criar uma página         totalmente diferente, para assustar os usuários. Ou ainda         colocar uma página idêntica à original, mas que, como está sob         seu controle, rouba os dados que forem colocados nela.</p>
<p><strong>DNS</strong></p>
<p>O DNS é um sistema bem distribuído: cada provedor tem sua própria         infraestrutura. Normalmente, são usados dois servidores de DNS         na conexão com a internet: um principal e um reserva, caso o         primeiro esteja lento ou inoperante. Os sites que existem na         internet também têm dois ou mais Name Servers (NS) que são         responsáveis por informar a cada servidor DNS o endereço IP         correto do site.</p>
<p>Existem ainda vários NSs operados pelas         organizações responsáveis pelo funcionamento dos endereços na         internet. Esses servidores têm como objetivo apenas informar ao         servidor DNS qual é o NS específico de um site. Assim, a         responsabilidade do sistema não está centralizada, garantindo         que uma falha num único local não afete os demais usuários. Por         isso, o envenenamento de cache afeta apenas usuários de um         determinado DNS, normalmente um grupo de usuários dentro de um         provedor.</p>
<p>O processo de “tradução” é um pouco complicado e         irrelevante, portanto a coluna não irá descrevê-lo em detalhes.         Vale dizer, no entanto, que, para otimizar tudo, o DNS usa uma         memória temporária chamada cache. Ela serve para que o DNS         guarde as informações que obtém, para não ter de repetir o         processo inteiro se um mesmo site for acessado dezenas de vezes.         Eventualmente essa memória é zerada, para que sites que mudaram         de IP, por exemplo, sejam retraduzidos.</p>
<p>Para interferir com a tradução, o criminoso         precisa se “disfarçar” de um NS. Ou seja, quando o DNS perguntar         a um NS a respeito do IP de um endereço, o criminoso deve         responder antes que o NS legítimo faça isso. Por causa da         memória temporária (cache) explicada acima, a resposta falsa         ficará ativa no DNS por algumas horas, dias ou semanas. Por         isso, o ataque se chama Envenenamento de Cache DNS.</p>


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		<title>Conheça os tipos de ataques hackers e proteja seu computador</title>
		<link>http://brasiltutoriais.com.br/conheca-os-tipos-de-ataques-hackers-e-proteja-seu-computador/</link>
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		<pubDate>Mon, 03 May 2010 18:33:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[SEGURANÇA]]></category>

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		<description><![CDATA[Se você tem alguma dúvida sobre segurança da informação (antivírus, invasões, cibercrime, roubo de dados etc.), vá até o fim da reportagem e utilize a seção de comentários. A coluna responde perguntas deixadas por leitores todas as quartas-feiras. Buffer overflow É quando “dado vira código”. Programas de computador processam dados a todo o momento. Por [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Se você tem alguma dúvida sobre segurança da informação (antivírus,  invasões, cibercrime, roubo de dados etc.), vá até o fim da reportagem e  utilize a seção de comentários. A coluna responde perguntas deixadas  por leitores todas as quartas-feiras.<br />
<span id="more-480"></span></em></p>
<p><strong>Buffer overflow</strong><br />
É quando “dado vira código”. Programas de computador processam dados a  todo o momento. Por exemplo, um programa de mensagem instantânea  processa dados quando recebe uma mensagem. Um processador de texto  processa dados quando você digita ou quando insere uma imagem. Um  reprodutor de mídia processa dados quando você abre um arquivo MP3 e  assim por diante.</p>
<p>Para processar tudo isso, os programas precisam reservar um espaço de  memória para armazenar os dados a serem processados. Um hacker pode  fazer com que o programa reserve menos espaço de memória do que o  necessário e tente colocar os dados naquele espaço mesmo assim. O  resultado é um problema grave, pois aquilo que não couber vai “vazar” no  resto da memória.</p>
<p>Há diversos truques que os hackers usam para fazer com que os dados  acabem caindo em um espaço de memória usado por códigos. Código é aquilo  que o CPU do computador vai processar, ou seja, é programa. Com isso,  os dados se transformam em código. E código pode fazer qualquer coisa no  sistema. É o tipo de brecha mais grave que existe nos programas de  computador. Tecnologias como Prevenção de Execução de Dados (DEP) tentam  prevenir justamente que esse tipo de erro resulte em dado se  transformar em código executável, como o próprio nome sugere.</p>
<p>Se você não consegue visualizar o problema, é o mesmo que acontece  quando você coloca mais água do que cabe em uma garrafa. O líquido cai  onde não devia. O “líquido”, nesse caso, são dados. E ele espirra e cai  na “garrafa” dos códigos, que vai ser levada pelo processador.</p>
<p>Brechas que permitem que arquivos de dados como imagens, vídeos e texto  instalem vírus no PC são geralmente buffer overflows.</p>
<p><strong>Clickjacking</strong><br />
Uma página maliciosa pode fazer o navegador carregar páginas legítimas  de modo invisível. Botões nessa página maliciosa na verdade escondem  botões na página verdadeira. Se o usuário clicar no botão, na verdade o  botão na página carregada “por baixo” é que será clicado. Com isso, é  possível, por exemplo, que alguém envie mensagens no Twitter ou envie  links no Facebook ou no Orkut como se fosse você.</p>
<p>O ataque é possível porque o usuário faz login nesses sites e  geralmente fica logado enquanto navega por outras páginas.</p>
<p><strong>Condição de corrida</strong><br />
O que acontece quando dois usuários tentam comprar a última unidade da  mesma mercadoria em um site de comércio eletrônico? Se o evento  realmente ocorrer ao mesmo tempo, ambos os usuários podem acabar  recebendo a mensagem de que o item está disponível, embora só um cliente  possa ser atendido. Esse tipo de erro é chamado de condição de corrida.</p>
<p>Condições de corrida costumam resultar em dados corrompidos. Em alguns  casos, uma condição de corrida pode resultar em problemas de segurança.  Por exemplo, um jogo de computador tinha um problema em que uma condição  de corrida fazia com que o sistema antipirataria do jogo multiplayer  não funcionasse corretamente.</p>
<p><strong>Cross-site Scripting (XSS)</strong><br />
Trata-se de uma falha em sites web. XSS permite que um indivíduo  malicioso execute código Javascript no site alvo no contexto do usuário.  Em muitos casos, é uma falha sem graves consequências. Em outros, <a href="http://g1.globo.com/tecnologia-e-games/noticia/2010/04/link-da-geracao-twitter-iniciou-invasao-fundacao-apache.html">pode  permitir roubo de credenciais de acesso ou até execução de comando em  nome de um administrador</a>.</p>
<p>XSS persistente é aquele existente em itens de formulário (como recados  no Orkut), que são armazenados no banco de dados do site e carregados  com a página toda vez que ela for acessada.</p>
<p>XSS ficou em segundo lugar no top 10 da OWASP para 2010, uma lista que  busca identificar quais são as brechas mais graves em sites de internet.</p>
<p><strong>Cross-site Request Forgery (XSRF)</strong><br />
Semelhante ao clickjacking, porém mais grave. O XSRF não depende que o  usuário clique em um link, pois o site alvo tem uma falha que permite ao  criminoso executar o comando diretamente. Ataques de XSRF são muitos  simples de serem realizados, porque podem estar escondidos em um  carregamento de imagem. Por exemplo, recados em redes sociais que  permitem imagens ou posts em fóruns podem criar um ataque XSRF a sites  que tiverem a vulnerabilidades.</p>
<p>XSRF ficou em quinto lugar no top 10 da OWASP da 2010, uma lista com os  tipos de brechas considerados mais graves em sites de internet.</p>
<p><strong>Denial of Service</strong><br />
Ver negação de serviço.</p>
<p><strong>Directory Traversal</strong><br />
É quando um site ou aplicativo lê algum arquivo do servidor ou do  computador, mas permite que o usuário identifique qual o arquivo será  lido. O programa ou site deveria realizar uma verificação para saber se o  usuário tem permissão para ler aquele arquivo, mas não o faz,  permitindo que o arquivo seja lido.</p>
<p>A falha recebe esse nome porque, na maioria dos casos, o programa ou  site quer ler apenas arquivos de um determinado diretório, mas permite  que o usuário coloque ../ no caminho do arquivo. ../ ou ..\ significa  “diretório acima”. Com “../” suficientes, o programa estará lendo  arquivos na raiz do disco.</p>
<p>Tente acessar o arquivo “C:\Arquivos de Programas\..\”, por exemplo.</p>
<p>O site de uma operadora de telefonia brasileira apresentou uma brecha  desse tipo que permitia ler o arquivo do servidor onde eram armazenadas  as senhas de acesso.</p>
<p><strong>Drive-by download</strong><br />
“Drive-by download” é um tipo de ataque em que uma página web tenta  fazer com que o usuário baixe arquivos de uma forma “simplificada” ou  diferente da padrão. Normalmente, a página maliciosa faz isso utilizando  brechas no navegador do internauta.</p>
<p>Outros tipos de “drive-by download” são applets do Java elevados,  ClickOnce e ActiveX. Todos permitem a execução de programas no PC com  apenas um clique do usuário, quando o normal seriam pelo menos dois (um  para o download, outro para executar o programa) ou três (um adicional  para confirmar a execução de software, que existe em navegadores  atuais).</p>
<p>ActiveX é pouco usado por criminosos, porque recebeu modificações.  Vários cliques são necessários para instalar um ActiveX em versões  atuais do Internet Explorer.</p>
<p><strong>Elevação de Privilégio</strong><br />
Acontece quando um programa consegue ler arquivos ou executar comandos  sem autorização adequada. São falhas que existem em componentes  importantes do sistema operacional.</p>
<p>O Windows teve uma falha muito grave desse tipo que recebeu o nome de  “shatter”. O problema foi resolvido no Windows Vista, mas programas que  dependem do comportamento que permitia o ataque shatter apresentam um  funcionamento diferente; o Windows exibe um aviso e depois a área de  trabalho some para proteger o PC da possível exploração da falha.</p>
<p><strong>Envenenamento do cache DNS</strong><br />
Ataque complexo que consiste em enviar uma resposta falsa para um  servidor de DNS. Depende de uma série de fatores. A coluna <a href="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL1091624-6174,00-SAIBA+COMO+GOLPISTAS+DA+WEB+LEVAM+INTERNAUTAS+A+SITES+FALSOS.html">explicou  em detalhes como funciona o envenenamento de cache</a>.</p>
<p>Fonte: G1</p>


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